A China está preocupada com a baixa eficácia das suas vacinas contra o coronavírus, principalmente a Coronavac, segundo o Financial Times.
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Segundo o jornal britânico, Gao Fu, uma das principais autoridades sanitárias chinesas, disse em um post publicado neste sábado e que foi tirado do ar logo depois, que os laboratórios “estudam maneiras para solucionar o problema”, misturando doses de diferentes vacinas e alterando o intervalo entre uma dose e outra. Também avaliam a possibilidade de aumentar a quantidade de doses.
O Financial Times menciona os dados do Chile que indicam que a Coronavac tem uma eficácia de 56,5% duas semanas depois da segunda dose, mas de apenas 3% depois da primeira dose.
Hoje, um estudo da fase 3 dos testes clínicos revelou que a CoronaVac tem 62,3% de eficácia se for aplicada com um tempo maior entre uma dose e outra. O estudo sugere que a segunda dose seja aplicada após 28 dias.
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