Salles é acusado dos crimes de corrupção ativa e passiva, contrabando e facilitação de contrabando, prevaricação, advocacia administrativa, crimes contra a administração ambiental, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
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| Ricardo Salles é alvo da PF |
A operação foi batizada de Operação Akuanduba e foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Moraes autorizou buscas e a quebra de sigilos bancários e fiscais de Salles e de funcionários do Ibama.
Salles teria atuado para que empresas desmatadoras conseguissem exportar madeira ilegal, ele promovia funcionários do Ibama que colaborassem com o esquema e usou seu escritório de advocacia no esquema, a PF identificou movimentações financeiras atípicas envolvendo subordinados e o próprio escritório de advocacia do ministro, segundo O Antagonista.
O “modus operandi” de Salles foi exposto por ele na polêmica reunião de 22 de abril do ano passado em que ele disse que o governo deveria aproveitar a distração da mídia com a pandemia para "passar a boiada", usando a caneta para mudar regras e normas que não precisam passar pelo Congresso.
"...precisa ter um esforço nosso aqui enquanto estamos nesse momento de tranquilidade no aspecto de cobertura de imprensa, porque só fala de COVID e ir passando a boiada e mudando todo o regramento e simplificando normas. […] Não precisamos de congresso. Porque coisa que precisa de congresso também, nesse, nesse fuzuê que está aí, nós não vamos conseguir… aprovar. Agora tem um monte de coisa que é só, parecer, caneta, parecer, caneta.", disse Salles, segundo relatório da PF enviado ao STF e obtido por O Antagonista.
Salles teria atuado para que empresas desmatadoras conseguissem exportar madeira ilegal, ele promovia funcionários do Ibama que colaborassem com o esquema e usou seu escritório de advocacia no esquema, a PF identificou movimentações financeiras atípicas envolvendo subordinados e o próprio escritório de advocacia do ministro, segundo O Antagonista.
O “modus operandi” de Salles foi exposto por ele na polêmica reunião de 22 de abril do ano passado em que ele disse que o governo deveria aproveitar a distração da mídia com a pandemia para "passar a boiada", usando a caneta para mudar regras e normas que não precisam passar pelo Congresso.
"...precisa ter um esforço nosso aqui enquanto estamos nesse momento de tranquilidade no aspecto de cobertura de imprensa, porque só fala de COVID e ir passando a boiada e mudando todo o regramento e simplificando normas. […] Não precisamos de congresso. Porque coisa que precisa de congresso também, nesse, nesse fuzuê que está aí, nós não vamos conseguir… aprovar. Agora tem um monte de coisa que é só, parecer, caneta, parecer, caneta.", disse Salles, segundo relatório da PF enviado ao STF e obtido por O Antagonista.

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