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| Rosa Weber, ministra do STF(Supremo Tribunal Federal) |
São investigados no inquérito seis procuradores: Deltan Dallagnol, Eduardo Pelella, Januário Paludo, Orlando Martello Júnior, Luiza Frischeisen e Diogo Castor de Mattos.
Em recurso, o subprocurador geral José Adonis Callou de Araújo Sá ressaltou a inconstitucionalidade da investigação, que usa prova ilícita “para investigar e punir” e que “fere o sistema acusatório e tem como base provas ilícitas, sem autenticidade e integridade comprovadas“.
Na sexta-feira passada, a defesa dos procuradores entrou com novo recurso pedindo a suspensão do inquérito, alertando para iminente ordem de busca e apreensão contra os procuradores, com risco até de prisão.
Recentemente, o ministro Humberto Martins negou acesso a Associação Nacional dos Procuradores da República(ANPR) aos autos do inquérito e escreveu sobre “futuras diligências sigilosas que deverão ser realizadas”.
Martins quer apreender os celulares dos procuradores, em especial o de Deltan Dallagnol, que foram invadidos por hackers. Ele pretende obter uma perícia que valide os diálogos encontrados no notebook do hacker Walter Delgatti.
Ainda segundo O Antagonista, ele também quer encontrar detalhes do acordo de delação premiada de Léo Pinheiro, que o acusou de receber R$ 1 milhão em propina para arquivar um processo de interesse da empreiteira. O anexo com a acusação foi sumariamente arquivado por Raquel Dodge quando PGR.

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